...coisas que vejo no resplendor...



Nota: Clica nas imagens/vinculos para seguir o desenvolvimento de cada apontamento


Textos de Autumn Autism

Fotos

25.9.07

mona

Woody Guthrie

19.9.07

Fluxus

Fluxus

18.9.07

Bleue y Skin Buildings

Novo nome para o podcast depois de muito tempo de inactividade. Além disso se coloca uma nova faixa, e se faz a promessa de continuar de forma mais regular.

Como sempre a pequena minúscula faixa é muito simples, improvisada em meia hora (portanto esperem entradas fora de ritmo e desafinações.

a letrita:

Are we lost in traffic?
should our children run away?
are paper guns over our heads?
am I a lonely pill?
is this endless forgotten love?
were are the keys?

is time burning away?
with our children?
are we faking?
what are we falling through?

Gostava muito que dessem as vossas opiniões (se existe alguém desse lado :D)

Os Skin Buildings voltaram ao activo. Para os que não sabem o que é.

15.9.07

spanish bombs in...
















foto de hunteryeary

14.9.07

pig

e se depois...

11.9.07

5.9.07

Guernica

4.9.07

Cotidiano

3.9.07

meu amor

2.9.07

Groucho Marx

acredita na vida depois da morte?
- eu tenho serias duvidas sobre a vida antes da morte.
:)

1.9.07

29.8.07

simples desabafo do suor cansativo de este tempo

parecem-me sombras
uns lábios pálidos
mudos pelo gritar dos copos
e dor corpos
e fugimos para dentro
de esse bar prisão
bar não lugar
donde nada nunca passa
uma espiral continua
dentro de um tempo espesso
que temos que dançar
com whisky conservador

somos lâmpadas mortas sem génio
engrenagens que repetem o passo
os livros os sorrisos as musicas
nos rimos muito neste fascismo social
onde se tem que beber ruido (6 de 6 em 6 dias)
para que o silencio entre nós
para essa solidão espessa
não se note tanto, submersa jogos banais

porque é que nunca beijamos as estrelas?
porque é que nunca falamos de nós?
fechados por chaves crípticas
de quem temos tanto medo?

quero ser Malto cortês

ou talvez ter a cara de um Avida Dollars jovem/ ou um chapéu negro de marinheiro/
quero ser um alan moore sem espinhas/ masturbar-me com o falo de schiele, falar com ele

perder-me na floresta do procesado/ser a bala do estrangeiro/ser o corpo do negro de leni/com cabelo de thx

quero ser esse astronauta morto de 2001/ou talvez o puto da garrafa de leite/ou o cowboy de paris (não essesou)/quero ser Alice ou nin ou a jaguar/ter as amantes de jimi
os sonhos do rei

e mais uns quantos que não me lembro
mas tenho este trabalho que me cimenta
e este corpo que me aprisiona
este autismo social um outono delicado

não vos pertenço.

tony vs paul

28.8.07

uma bebida social

ontem, não me deixaram entre do Bar
porque ia descalço, e os meus pé descem-me às profundezas
e os demais levavam sapatos socialmente correctos
mas mesmo assim consegui sair bêbado daí

27.8.07

19.8.07

brrrr... que friuuuu!




















mas a mi não me enganam ;-)

a pois é, um abraço ao grande pastor humano Tunick


18.8.07

Martin Pudenz

Exemplar do sexo masculino da espécie homo sapiens (sapiens?):




















Nota: por favor entre na foto. Não faça como com os exemplares vivos:
Não fique só pelos pêlos molhados do simbolismo femachista
retirado de "Manual para gajas esquecidas"

17.8.07

regras absurdas de invidentes





















regras absurdas de evidencias
1: não acreditar em
2: não necessitar
3: a beleza não é igual a
4: gente boa pode ser uma
5: tudo muda e esvazia
6: as mentiras piedosas são
7: cada um se serve de
8: não existe isso para
9: estás só para sempre
10: não te entendem e não te fodem

13.8.07

a cure for pain

11.8.07

CityKonstruktion

kema keur



tanakawho

want milk?

9.8.07

Alice

dormes na minha Lisboa
onde eu desapareço também

2.8.07

Schizophrenia


ASCII lovers





   














     


31.7.07

.

30.7.07

suma nunca pero nunca pero nunca es mayor que dos

Los desechos no merecen para(bienes) porque no son dueños de su cuerpo, y este se sumerge en profundidades donde el follar no llega,

donde la sociedad carece de color, y es una mierda, una representación torpe de los besos, donde la soma es mayor que dios, y la suma nunca pero nunca pero nunca es mayor que dos.

Pues nos vamos desfilando, vacíos y maravillosos, vanity fair de muertos, somos inmensos palcos de desechos, que desechamos, y no merecen cum., porque no hay nada que cumplir, en un subidón astral de sonrisas enamoradas por un vino malo y múltiplos juegos sin sentido, donde todos buscan lo que no existe, un cuerpo sin alma solo para que le devoren con su amor.

Porque en cada polla se busca cariño. En cada coño un albergue...

Donde el follar no llega, donde los besos se dan con las venas, y el sudor habla más de que esperma, donde las palabras se revisten en cero cool y TODO TU, sin disfraz impotente, mierda que te regurgite en tienda amorosa, sin hypelungs, donde el mundo entero se liberta en gotas de mis ojos, es ahi donde quiero estar...


y solo consigo encontrar teatrillos de papel machacado.

27.7.07

ads

20.7.07

16.7.07

hyper paris

5.7.07

as bombas que caiem já não são as tuas














me esvazio dentro de uma guerra inútil
sou os escombros esquecidos
um cérebro feito napalm
o meu corpo late fora de tempo

Quando o vento se angustia
e o pó se agita, fareja, busca-te
todo o universo decide o ataque
e as pedras te ardem
e os músculos se electrocutam
é ai que este mundo te vê
e com um interesse mundano
decide atacar-te com tempo

corres sem sair daqui
nunca consegues sair de ti
nos sopros das caricias
se te corroem as veias
existes numa implosão silenciosa
e o tempo te pára
e foges por entre as ruínas dos outros

um exercito de mulheres
amamentam-te com granadas
a maquina não pode para de arder
o corpo não deixa nunca de amar
é o alimento da batalha febril
enquanto não chegam os cães da solidão

e continuas a correr
mas os pés já não te crêem
desistem num sono profundo
e tu te cobres nas mantas da destruição
te abandonas dentro de um sorriso triste
que te aconchega com cantigas de embalar
e os olhos se fecham pacificamente

as bombas que caiem já não são as tuas


pássaro preto






Hablo contigo. Pero no soy libre. Soy solo un pájaro negro.

26.6.07

25.6.07

here're the good news...




















ofereço-te o uma vazio confortado
montado na mula da desesperação

dorme anjo negro, um dia virei a buscar-te de novo

22.6.07

19.6.07

Cortazar




8.6.07

quando se rompe um osso

sobrevoo os infernos
da minha insatisfação
com asas de monóxido
e penas cozidas a tédio

lagos angustiados e fomes predadoras
vagueiam nos meus infernos
alimentados por tetas de frustração
e pelas coisas que nunca fiz
são silêncios sepulcrais
nascidos das lágrimas
da dor que criei e sofri

no entanto sobrevoo
e existem sorrisos mágicos em cada nuvem de opio
e em cada pele sonhadora pressinto uma salvação desgarradora
nem que seja mentira e que o meu corpo arda
sobre-vivo

7.6.07

para li



22.5.07

Bill Viola

14.5.07

10.5.07

massas a nu

25.4.07

Insensatez

chove na minha insensatez
a agua cai em pequenos erros
e depois inunda e faz desaparecer

debaixo as águas do desanimo
estão os sonhos inacabados
do que podíamos ter sido
do que não sabemos se somos
ou uma merda autocompacente dessas

a agua é cómoda e é bom não estar
o medo faz-te nadar daqui para fora
bebes mais um cigarro
e deixas-te adormecer

esta fuga inconstante suave
faz-me desistir com frevor
sinto um peso que me resiste

e hummm... afundo-me .....


para descobrir que

debaixo das águas


não existe
















nada.

24.4.07

Cartier Bresson por exemplo e outros...

que encontrei num "thread" de um forum














18.4.07

Metrographic

17.4.07

6.4.07