...coisas que vejo no resplendor...
Nota: Clica nas imagens/vinculos para seguir o desenvolvimento de cada apontamento
Textos de Autumn Autism
Fotos
A musica da ladolorosa
A minha musica
26.9.07
25.9.07
19.9.07
18.9.07
Bleue y Skin Buildings
Novo nome para o podcast depois de muito tempo de inactividade. Além disso se coloca uma nova faixa, e se faz a promessa de continuar de forma mais regular.
Como sempre a pequena minúscula faixa é muito simples, improvisada em meia hora (portanto esperem entradas fora de ritmo e desafinações.
a letrita:
Are we lost in traffic?
should our children run away?
are paper guns over our heads?
am I a lonely pill?
is this endless forgotten love?
were are the keys?
is time burning away?
with our children?
are we faking?
what are we falling through?
Gostava muito que dessem as vossas opiniões (se existe alguém desse lado :D)
Os Skin Buildings voltaram ao activo. Para os que não sabem o que é.
Como sempre a pequena minúscula faixa é muito simples, improvisada em meia hora (portanto esperem entradas fora de ritmo e desafinações.
a letrita:
Are we lost in traffic?
should our children run away?
are paper guns over our heads?
am I a lonely pill?
is this endless forgotten love?
were are the keys?
is time burning away?
with our children?
are we faking?
what are we falling through?
Gostava muito que dessem as vossas opiniões (se existe alguém desse lado :D)
Os Skin Buildings voltaram ao activo. Para os que não sabem o que é.
15.9.07
14.9.07
11.9.07
5.9.07
4.9.07
3.9.07
2.9.07
1.9.07
29.8.07
simples desabafo do suor cansativo de este tempo
parecem-me sombras
uns lábios pálidos
mudos pelo gritar dos copos
e dor corpos
e fugimos para dentro
de esse bar prisão
bar não lugar
donde nada nunca passa
uma espiral continua
dentro de um tempo espesso
que temos que dançar
com whisky conservador
somos lâmpadas mortas sem génio
engrenagens que repetem o passo
os livros os sorrisos as musicas
nos rimos muito neste fascismo social
onde se tem que beber ruido (6 de 6 em 6 dias)
para que o silencio entre nós
para essa solidão espessa
não se note tanto, submersa jogos banais
porque é que nunca beijamos as estrelas?
porque é que nunca falamos de nós?
fechados por chaves crípticas
de quem temos tanto medo?
uns lábios pálidos
mudos pelo gritar dos copos
e dor corpos
e fugimos para dentro
de esse bar prisão
bar não lugar
donde nada nunca passa
uma espiral continua
dentro de um tempo espesso
que temos que dançar
com whisky conservador
somos lâmpadas mortas sem génio
engrenagens que repetem o passo
os livros os sorrisos as musicas
nos rimos muito neste fascismo social
onde se tem que beber ruido (6 de 6 em 6 dias)
para que o silencio entre nós
para essa solidão espessa
não se note tanto, submersa jogos banais
porque é que nunca beijamos as estrelas?
porque é que nunca falamos de nós?
fechados por chaves crípticas
de quem temos tanto medo?
quero ser Malto cortês
ou talvez ter a cara de um Avida Dollars jovem/ ou um chapéu negro de marinheiro/
quero ser um alan moore sem espinhas/ masturbar-me com o falo de schiele, falar com ele
perder-me na floresta do procesado/ser a bala do estrangeiro/ser o corpo do negro de leni/com cabelo de thx
quero ser esse astronauta morto de 2001/ou talvez o puto da garrafa de leite/ou o cowboy de paris (não esse já sou)/quero ser Alice ou nin ou a jaguar/ter as amantes de jimi
os sonhos do rei
e mais uns quantos que não me lembro
mas tenho este trabalho que me cimenta
e este corpo que me aprisiona
este autismo social um outono delicado
não vos pertenço.
quero ser um alan moore sem espinhas/ masturbar-me com o falo de schiele, falar com ele
perder-me na floresta do procesado/ser a bala do estrangeiro/ser o corpo do negro de leni/com cabelo de thx
quero ser esse astronauta morto de 2001/ou talvez o puto da garrafa de leite/ou o cowboy de paris (não esse já sou)/quero ser Alice ou nin ou a jaguar/ter as amantes de jimi
os sonhos do rei
e mais uns quantos que não me lembro
mas tenho este trabalho que me cimenta
e este corpo que me aprisiona
este autismo social um outono delicado
não vos pertenço.
28.8.07
uma bebida social
ontem, não me deixaram entre do Bar
porque ia descalço, e os meus pé descem-me às profundezas
e os demais levavam sapatos socialmente correctos
mas mesmo assim consegui sair bêbado daí
porque ia descalço, e os meus pé descem-me às profundezas
e os demais levavam sapatos socialmente correctos
mas mesmo assim consegui sair bêbado daí
27.8.07
20.8.07
19.8.07
18.8.07
Martin Pudenz
Exemplar do sexo masculino da espécie homo sapiens (sapiens?):

Nota: por favor entre na foto. Não faça como com os exemplares vivos:
Não fique só pelos pêlos molhados do simbolismo femachista
retirado de "Manual para gajas esquecidas"

Nota: por favor entre na foto. Não faça como com os exemplares vivos:
Não fique só pelos pêlos molhados do simbolismo femachista
retirado de "Manual para gajas esquecidas"
17.8.07
regras absurdas de invidentes

regras absurdas de evidencias
1: não acreditar em
2: não necessitar
3: a beleza não é igual a
4: gente boa pode ser uma
5: tudo muda e esvazia
6: as mentiras piedosas são
7: cada um se serve de
8: não existe isso para
9: estás só para sempre
10: não te entendem e não te fodem
13.8.07
11.8.07
9.8.07
2.8.07
31.7.07
30.7.07
suma nunca pero nunca pero nunca es mayor que dos
Los desechos no merecen para(bienes) porque no son dueños de su cuerpo, y este se sumerge en profundidades donde el follar no llega,
donde la sociedad carece de color, y es una mierda, una representación torpe de los besos, donde la soma es mayor que dios, y la suma nunca pero nunca pero nunca es mayor que dos.
Pues nos vamos desfilando, vacíos y maravillosos, vanity fair de muertos, somos inmensos palcos de desechos, que desechamos, y no merecen cum., porque no hay nada que cumplir, en un subidón astral de sonrisas enamoradas por un vino malo y múltiplos juegos sin sentido, donde todos buscan lo que no existe, un cuerpo sin alma solo para que le devoren con su amor.
Porque en cada polla se busca cariño. En cada coño un albergue...
Donde el follar no llega, donde los besos se dan con las venas, y el sudor habla más de que esperma, donde las palabras se revisten en cero cool y TODO TU, sin disfraz impotente, mierda que te regurgite en tienda amorosa, sin hypelungs, donde el mundo entero se liberta en gotas de mis ojos, es ahi donde quiero estar...
y solo consigo encontrar teatrillos de papel machacado.
donde la sociedad carece de color, y es una mierda, una representación torpe de los besos, donde la soma es mayor que dios, y la suma nunca pero nunca pero nunca es mayor que dos.
Pues nos vamos desfilando, vacíos y maravillosos, vanity fair de muertos, somos inmensos palcos de desechos, que desechamos, y no merecen cum., porque no hay nada que cumplir, en un subidón astral de sonrisas enamoradas por un vino malo y múltiplos juegos sin sentido, donde todos buscan lo que no existe, un cuerpo sin alma solo para que le devoren con su amor.
Porque en cada polla se busca cariño. En cada coño un albergue...
Donde el follar no llega, donde los besos se dan con las venas, y el sudor habla más de que esperma, donde las palabras se revisten en cero cool y TODO TU, sin disfraz impotente, mierda que te regurgite en tienda amorosa, sin hypelungs, donde el mundo entero se liberta en gotas de mis ojos, es ahi donde quiero estar...
y solo consigo encontrar teatrillos de papel machacado.
27.7.07
20.7.07
18.7.07
16.7.07
9.7.07
5.7.07
as bombas que caiem já não são as tuas

me esvazio dentro de uma guerra inútil
sou os escombros esquecidos
um cérebro feito napalm
o meu corpo late fora de tempo
Quando o vento se angustia
e o pó se agita, fareja, busca-te
todo o universo decide o ataque
e as pedras te ardem
e os músculos se electrocutam
é ai que este mundo te vê
e com um interesse mundano
decide atacar-te com tempo
corres sem sair daqui
nunca consegues sair de ti
nos sopros das caricias
se te corroem as veias
existes numa implosão silenciosa
e o tempo te pára
e foges por entre as ruínas dos outros
um exercito de mulheres
amamentam-te com granadas
a maquina não pode para de arder
o corpo não deixa nunca de amar
é o alimento da batalha febril
enquanto não chegam os cães da solidão
e continuas a correr
mas os pés já não te crêem
desistem num sono profundo
e tu te cobres nas mantas da destruição
te abandonas dentro de um sorriso triste
que te aconchega com cantigas de embalar
e os olhos se fecham pacificamente
as bombas que caiem já não são as tuas
26.6.07
25.6.07
here're the good news...

ofereço-te o uma vazio confortado
montado na mula da desesperação
dorme anjo negro, um dia virei a buscar-te de novo
22.6.07
19.6.07
8.6.07
quando se rompe um osso
sobrevoo os infernos
da minha insatisfação
com asas de monóxido
e penas cozidas a tédio
lagos angustiados e fomes predadoras
vagueiam nos meus infernos
alimentados por tetas de frustração
e pelas coisas que nunca fiz
são silêncios sepulcrais
nascidos das lágrimas
da dor que criei e sofri
no entanto sobrevoo
e existem sorrisos mágicos em cada nuvem de opio
e em cada pele sonhadora pressinto uma salvação desgarradora
nem que seja mentira e que o meu corpo arda
sobre-vivo
da minha insatisfação
com asas de monóxido
e penas cozidas a tédio
lagos angustiados e fomes predadoras
vagueiam nos meus infernos
alimentados por tetas de frustração
e pelas coisas que nunca fiz
são silêncios sepulcrais
nascidos das lágrimas
da dor que criei e sofri
no entanto sobrevoo
e existem sorrisos mágicos em cada nuvem de opio
e em cada pele sonhadora pressinto uma salvação desgarradora
nem que seja mentira e que o meu corpo arda
sobre-vivo
7.6.07
22.5.07
14.5.07
10.5.07
25.4.07
Insensatez
chove na minha insensatez
a agua cai em pequenos erros
e depois inunda e faz desaparecer
debaixo as águas do desanimo
estão os sonhos inacabados
do que podíamos ter sido
do que não sabemos se somos
ou uma merda autocompacente dessas
a agua é cómoda e é bom não estar
o medo faz-te nadar daqui para fora
bebes mais um cigarro
e deixas-te adormecer
esta fuga inconstante suave
faz-me desistir com frevor
sinto um peso que me resiste
e hummm... afundo-me .....
para descobrir que
debaixo das águas
não existe

nada.
a agua cai em pequenos erros
e depois inunda e faz desaparecer
debaixo as águas do desanimo
estão os sonhos inacabados
do que podíamos ter sido
do que não sabemos se somos
ou uma merda autocompacente dessas
a agua é cómoda e é bom não estar
o medo faz-te nadar daqui para fora
bebes mais um cigarro
e deixas-te adormecer
esta fuga inconstante suave
faz-me desistir com frevor
sinto um peso que me resiste
e hummm... afundo-me .....
para descobrir que
debaixo das águas
não existe
nada.
18.4.07
17.4.07
6.4.07
4.4.07
3.4.07
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