...coisas que vejo no resplendor...
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Textos de Autumn Autism
Fotos
A musica da ladolorosa
A minha musica
13.8.07
11.8.07
9.8.07
2.8.07
31.7.07
30.7.07
suma nunca pero nunca pero nunca es mayor que dos
Los desechos no merecen para(bienes) porque no son dueños de su cuerpo, y este se sumerge en profundidades donde el follar no llega,
donde la sociedad carece de color, y es una mierda, una representación torpe de los besos, donde la soma es mayor que dios, y la suma nunca pero nunca pero nunca es mayor que dos.
Pues nos vamos desfilando, vacíos y maravillosos, vanity fair de muertos, somos inmensos palcos de desechos, que desechamos, y no merecen cum., porque no hay nada que cumplir, en un subidón astral de sonrisas enamoradas por un vino malo y múltiplos juegos sin sentido, donde todos buscan lo que no existe, un cuerpo sin alma solo para que le devoren con su amor.
Porque en cada polla se busca cariño. En cada coño un albergue...
Donde el follar no llega, donde los besos se dan con las venas, y el sudor habla más de que esperma, donde las palabras se revisten en cero cool y TODO TU, sin disfraz impotente, mierda que te regurgite en tienda amorosa, sin hypelungs, donde el mundo entero se liberta en gotas de mis ojos, es ahi donde quiero estar...
y solo consigo encontrar teatrillos de papel machacado.
donde la sociedad carece de color, y es una mierda, una representación torpe de los besos, donde la soma es mayor que dios, y la suma nunca pero nunca pero nunca es mayor que dos.
Pues nos vamos desfilando, vacíos y maravillosos, vanity fair de muertos, somos inmensos palcos de desechos, que desechamos, y no merecen cum., porque no hay nada que cumplir, en un subidón astral de sonrisas enamoradas por un vino malo y múltiplos juegos sin sentido, donde todos buscan lo que no existe, un cuerpo sin alma solo para que le devoren con su amor.
Porque en cada polla se busca cariño. En cada coño un albergue...
Donde el follar no llega, donde los besos se dan con las venas, y el sudor habla más de que esperma, donde las palabras se revisten en cero cool y TODO TU, sin disfraz impotente, mierda que te regurgite en tienda amorosa, sin hypelungs, donde el mundo entero se liberta en gotas de mis ojos, es ahi donde quiero estar...
y solo consigo encontrar teatrillos de papel machacado.
27.7.07
20.7.07
18.7.07
16.7.07
9.7.07
5.7.07
as bombas que caiem já não são as tuas

me esvazio dentro de uma guerra inútil
sou os escombros esquecidos
um cérebro feito napalm
o meu corpo late fora de tempo
Quando o vento se angustia
e o pó se agita, fareja, busca-te
todo o universo decide o ataque
e as pedras te ardem
e os músculos se electrocutam
é ai que este mundo te vê
e com um interesse mundano
decide atacar-te com tempo
corres sem sair daqui
nunca consegues sair de ti
nos sopros das caricias
se te corroem as veias
existes numa implosão silenciosa
e o tempo te pára
e foges por entre as ruínas dos outros
um exercito de mulheres
amamentam-te com granadas
a maquina não pode para de arder
o corpo não deixa nunca de amar
é o alimento da batalha febril
enquanto não chegam os cães da solidão
e continuas a correr
mas os pés já não te crêem
desistem num sono profundo
e tu te cobres nas mantas da destruição
te abandonas dentro de um sorriso triste
que te aconchega com cantigas de embalar
e os olhos se fecham pacificamente
as bombas que caiem já não são as tuas
26.6.07
25.6.07
here're the good news...

ofereço-te o uma vazio confortado
montado na mula da desesperação
dorme anjo negro, um dia virei a buscar-te de novo
22.6.07
19.6.07
8.6.07
quando se rompe um osso
sobrevoo os infernos
da minha insatisfação
com asas de monóxido
e penas cozidas a tédio
lagos angustiados e fomes predadoras
vagueiam nos meus infernos
alimentados por tetas de frustração
e pelas coisas que nunca fiz
são silêncios sepulcrais
nascidos das lágrimas
da dor que criei e sofri
no entanto sobrevoo
e existem sorrisos mágicos em cada nuvem de opio
e em cada pele sonhadora pressinto uma salvação desgarradora
nem que seja mentira e que o meu corpo arda
sobre-vivo
da minha insatisfação
com asas de monóxido
e penas cozidas a tédio
lagos angustiados e fomes predadoras
vagueiam nos meus infernos
alimentados por tetas de frustração
e pelas coisas que nunca fiz
são silêncios sepulcrais
nascidos das lágrimas
da dor que criei e sofri
no entanto sobrevoo
e existem sorrisos mágicos em cada nuvem de opio
e em cada pele sonhadora pressinto uma salvação desgarradora
nem que seja mentira e que o meu corpo arda
sobre-vivo
7.6.07
22.5.07
14.5.07
10.5.07
25.4.07
Insensatez
chove na minha insensatez
a agua cai em pequenos erros
e depois inunda e faz desaparecer
debaixo as águas do desanimo
estão os sonhos inacabados
do que podíamos ter sido
do que não sabemos se somos
ou uma merda autocompacente dessas
a agua é cómoda e é bom não estar
o medo faz-te nadar daqui para fora
bebes mais um cigarro
e deixas-te adormecer
esta fuga inconstante suave
faz-me desistir com frevor
sinto um peso que me resiste
e hummm... afundo-me .....
para descobrir que
debaixo das águas
não existe

nada.
a agua cai em pequenos erros
e depois inunda e faz desaparecer
debaixo as águas do desanimo
estão os sonhos inacabados
do que podíamos ter sido
do que não sabemos se somos
ou uma merda autocompacente dessas
a agua é cómoda e é bom não estar
o medo faz-te nadar daqui para fora
bebes mais um cigarro
e deixas-te adormecer
esta fuga inconstante suave
faz-me desistir com frevor
sinto um peso que me resiste
e hummm... afundo-me .....
para descobrir que
debaixo das águas
não existe
nada.
18.4.07
17.4.07
6.4.07
4.4.07
3.4.07
29.3.07
27.3.07
22.3.07
Foldschool.com
Prás minas e prós meninos

um gajo é filho de carpinteiro e afunda-se cada vez mais em celulose e isso nota-se ... e muito.

um gajo é filho de carpinteiro e afunda-se cada vez mais em celulose e isso nota-se ... e muito.
21.3.07
20.3.07
revolução
vem comigo vamos dançar
estamos sós e nada nos separa
quero olhar-te silenciosa
quero esperar o final
quartos pequenos sujos
com pequenos moveis arrugados
e aranhas preguiçosas
encontram-se livros e discos sem usar
existe uma conspiração caótica
com requintes burocráticos
e tu sabes, sentes intensamente
com uma força indescritível
quem somos as presas
por isso vem e dança
quero olhar-te com o meu corpo
liberta-te nos meus dedos
comecemos uma sensual revolução
estamos sós e nada nos separa
quero olhar-te silenciosa
quero esperar o final
quartos pequenos sujos
com pequenos moveis arrugados
e aranhas preguiçosas
encontram-se livros e discos sem usar
existe uma conspiração caótica
com requintes burocráticos
e tu sabes, sentes intensamente
com uma força indescritível
quem somos as presas
por isso vem e dança
quero olhar-te com o meu corpo
liberta-te nos meus dedos
comecemos uma sensual revolução
16.3.07
lucidez
se apodrece-me
e não quero mais olhar
se me desfaço
nas coisas que nunca fiz
existe um choro continuo
destilando-me com calor
e não queres mais olhar
te incomodo e não me queres
se me apodrece
a vontade de estar
durante tanto tempo
onde o tédio te sofre
e a magia se esquece
porque acreditas menos
quando te devoram os dias
porque a lucidez é uma filha da puta
e tu ainda nem a conheces
e não quero mais olhar
se me desfaço
nas coisas que nunca fiz
existe um choro continuo
destilando-me com calor
e não queres mais olhar
te incomodo e não me queres
se me apodrece
a vontade de estar
durante tanto tempo
onde o tédio te sofre
e a magia se esquece
porque acreditas menos
quando te devoram os dias
porque a lucidez é uma filha da puta
e tu ainda nem a conheces
12.3.07
8.3.07
7.3.07
Os teus dias que horas têm
horas de nascer
de fazer ou dormitar confuso
e desatento
para mais saborear
os dias que são dias
para as noites perdidas
nos pesadelos da fome

e tenho 100 horas de fome
100 dias de lamento
e espero
100 anos de suave solidão
de fazer ou dormitar confuso
e desatento
para mais saborear
os dias que são dias
para as noites perdidas
nos pesadelos da fome

e tenho 100 horas de fome
100 dias de lamento
e espero
100 anos de suave solidão
3.3.07
clayton james cubitt + tempo

destrói-me devagar e com prazer
devora cada pedaço de mim
que o pó se sature no meu corpo
que os músculos se desprendam e voem
quero que me desapareças inverno...
e sinto já a agua nos meus pulmões
e o sol a queimar-me os olhos

sshshhshshhhhhhhhhhhh...
2.3.07
1.3.07
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